Limiar & Voz
Necromantes
Os mortos ouvem antes de obedecer.
Linhagem Ativa
Sumário
Sacerdotes do limiar, herdeiros da tradição de Marie Laveau. Negociam com os mortos em vez de comandá-los.
Necromantes não dominam os mortos — conversam com eles. Cada invocação é diálogo, não escravidão. E todo diálogo cobra um preço.
A morte, para eles, não é fim. É outra forma de presença que ainda escuta, ainda responde, ainda lembra.
Origem
- Linhagens descendentes da tradição preservada por Marie Laveau.
- Raízes em práticas anteriores ao Reino de Dahomey, transmitidas além do mar.
- Refinada em séculos de migração, miscigenação espiritual e ritos privados.
Relação com os Originais
- Marie Laveau é a Mãe da Necromancia — fonte da arte tal como o servidor a reconhece.
- Cada vela acesa à meia-noite repete, sem saber, um gesto que pertenceu primeiro a ela.
- Necromantes que invocam sem ritual carregam o castigo dela como sombra que se acumula.
Pontos Fortes
- Comunicação com espíritos e visões além-túmulo.
- Manipulação de essência vital em rituais.
- Pactos com guardiões espirituais.
- Capacidade de selar travessias e identificar limiares.
Fraquezas
- Cada invocação cobra um preço pessoal.
- Espíritos enganados retornam para cobrar dívidas.
- Vulneráveis a símbolos sagrados e exorcismos.
- Caminhar sobre o limiar fadiga corpo, mente e memória.
Diretrizes de Roleplay
- Necromancia é diálogo, não escravidão.
- Cada ato deve carregar peso emocional, não só mecânico.
- Mortos têm memória — trate cada espírito como personagem.
- Velas, sal e a primeira palavra dita sem voz são gestos canônicos.
Restrições
- Ressurreições exigem aprovação prévia e custo claro.
- Vínculos com Marie Laveau em linhagem direta são proibidos sem autorização.
- Invocação em massa exige cerimônia descrita IC e consentimento dos envolvidos.
